Hospital Frei Galvão

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Tomossíntese Mamária: o novo recurso para prevenção

O Hospital Frei Galvão conta com o mais novo recurso para o rastreamento completo do câncer mamário. A mamografia, até hoje, era o único recurso para se diagnosticar o aparecimento de alterações nas glândulas mamárias, como o câncer, principalmente. Porém, adquirimos atualmente a mais nova ferramenta de rastreamento: a tomossíntese mamária. As diferenças são muitas: a mamografia digital permite uma visualização 2D, bidimensional e que mostra apenas uma imagem fixa; já a tomossíntese mamária consegue reconstruir a mama em vários cortes de 1 mm em alta resolução, podendo observar parte por parte minuciosamente.
Por ser um procedimento 3D, a tomossíntese mamária consegue capturar vários ângulos da mama e reformatá-la tridimensionalmente. Detalhes antes quase imperceptíveis podem agora ser melhor visualizados, aumentando a chance de cura do câncer. Mamas mais densas também foram beneficiadas, pois a tomossíntese rastreia todas as partes sendo que, na mamografia, alguma alteração pode passar desapercebida. A superposição dos tecidos dificultava os achados, mas a tomossíntese realiza esse procedimento perfeitamente.
O aparelho que realiza o mais novo exame é o mesmo procedimento da mamografia, porém, a compressão é um pouco maior, porém imperceptível pela paciente. A tomossíntese tem como objetivo realizar a fundo o exame mamário e diminuir os casos de câncer maligno em estágio avançado, permitindo o tratamento a tempo da doença. Além disso, o exame reduz o número de biópsias e reduz as taxas de resultados falsos positivos ou negativos.

Publicações recentes afirmam que a realização da tomossíntese mamária resulta em detecções muito maiores de câncer de mama precocemente do que quando é realizada somente a mamografia digital isolada.